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Iberostar procura hotéis para administrar no Brasil

A Iberostar Hotels & Resorts está em busca de novos negócios no Brasil. Com dois hotéis consolidados na Bahia e um cruzeiro fluvial na Amazônia, o Grand Amazon, a rede espanhola quer administrar hotéis no Brasil.

A revelação foi feita por Orlando Giglio, diretor comercial e marketing para o Brasil. À reportagem, o executivo afirma que os hotéis têm de atender dois requisitos básicos: a proximidade com a praia e o mix de lazer e corporativo.

De acordo com ele, um departamento de expansão foi criado para desenvolver esse projeto. Algumas unidades já foram analisadas, mas alguns critérios de serviço e atendimento não foram atendidos.

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“Já procuramos [hotéis] há algum tempo, mas não conseguimos ainda fechar nenhum negócio. O problema fica nessa ligação entre administrador, investidor e proprietário”, resume o diretor da Iberostar.

Assim sendo, a companhia fundada em Palma (Espanha) olha o mercado brasileiro com atenção. Cidades como Rio de Janeiro e Maceió estão no radar. Segundo o diretor, Foz do Iguaçu (PR), já foi um desejo, mas o aumento da oferta hoteleira nessa região fez o interesse recuar. Ele prefere não estipular uma data para a estreia desse modelo no país.

Mais investimentos da Iberostar?

Enquanto isso, as ideias de investimentos nos hotéis já construídos não existem no momento. O terreno onde estão o Iberostar Bahia e o Iberostar Praia do Forte ocupa uma área de 2,2 milhões de metros quadrados. Ainda há um espaço livre de 600 mil metros quadrados, entretanto, Giglio afirma que sua utilização ainda é certa.

Vale destacar também que a Iberostar possui um terreno de 60 mil metros quadrados inutilizado em Salvador. Questionado sobre a construção de um novo hotel, o diretor declina a possibilidade em curto prazo.

O avanço da crise econômica do país, que já se estende há mais de cinco anos, não trouxe negativos até então. No entanto, ele não atribui os indicadores positivos à troca de presidente. A taxa média de ocupação no complexo está na casa dos 71%, já em 2018 chegou a 68%.

Agente de Valor
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