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Despesa com pets é tendência em seguro viagem, diz April Brasil

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set. 26 - 3 min de leitura
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A April Brasil lançou no início deste mês seu novo produto, o Plano VIP, com atenção especial a pets (cães e gatos). Como o nome sugere, o produto é indicado para viajantes que gastam mais em viagens e inclui as coberturas mais altas da empresa.

Além de cobrir valores de 60 mil a 1 milhão (real, dólar, euro etc.), a novidade tem como diferenciais a indenização por danos à mala e despesas veterinárias com os bichos de estimação. Esta é a única modalidade de seguro que abrange essas duas causas, enquanto nas outras opções do portfólio estão como forma de upgrade.

Em conversa com a reportagem na 47ª Abav Expo, Claudia Brito, diretor comercial da April Brasil, acredita que viagens com animais estão em uma onda crescente. Essa tendência vale tanto para quem leva o animal a lazer como suporte emocional.

Portanto, a cobertura funciona por reembolso e é válida para consultas veterinárias e atendimentos clínicos hospitalares emergenciais. Inclui também despesas com medicamentos prescritos nestas consultas.

Segundo ela, em pouco mais de três semanas, o Plano VIP já representa por volta de 20% das vendas totais. Por outro lado, o Basic e o Max dividem os 80% restantes, com aproximadamente metade para cada. “A intenção é que o VIP chegue a 35% do nosso portfólio. É possível até que ele ultrapasse nossas expectativas”, aposta a executiva.

Além dos pets

Claudia Brito assinala que a venda de seguro viagem está mais conscientizada no Brasil. Ou seja, os agentes de viagens têm procurado vender esse produto na prateleira. Entretanto, seu uso está basicamente restrito a viagens internacionais,  já no doméstico o viajante não tem refletido sobre os riscos de um imprevisto ou acidente.

Vale destacar que o produto não é obrigatório em todos os países. Por exemplo, as nações do Tratado de Schengen (Alemanha, Espanha, Itália e muitos outros), Cuba, Venezuela e Austrália o cobram de seus visitantes. “O seguro viagem corresponde a apenas 4% do custo total de uma viagem”, atesta a diretora.

Em contrapartida, a executiva dialoga com o trade sobre a venda de seguros para os Estados Unidos. Surpreendentemente, o serviço não é exigido no país, mas as vendas têm crescido na April. Ela não recomenda coberturas de US$ 30 mil ou US$ 60. Dados os altos custos em saúde, o mínimo sugerido é US$ 100 mil.

 


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