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Como mentir sobre o wi-fi se tornou a desculpa para aproveitar as férias

Pequenas mentiras sobre o wi-fi são aceitáveis para metade (49%) dos trabalhadores norte-americanos que evitam entrar em contato com o escritório durante as férias. É o que revela a pesquisa 2019 Vacation Confidence Index, lançada pela Allianz Global Assistance.

O "e-mail creep", que se refere quando as obrigações de trabalho invadem o tempo pessoal, afeta dois terços (65%) dos trabalhadores que sentem a necessidade de verificar pendências do trabalho durante as férias, usando serviço telefônico ou wi-fi limitado em uma viagem de férias é a “desculpa” mais comum para eles.

Os mais propensos a mentir são os millennials, com idade entre 18 e 34 anos (59%), seguidos pela geração X, público com idade entre 35 e 54 (49%) e baby boomers, aqueles com 55 anos ou mais (32%). Mil e cinco pessoas dessas três gerações participaram do estudo.

Enquanto homens e mulheres são igualmente honestos, sem diferença entre os sexos em 49% cada, aqueles que ganham mais de US$ 50 mil por ano são significativamente mais propensos (53%) a usar a desculpa em comparação com aqueles que ganham menos do que essa quantia (39%), aponta a Allianz Global Assistance.

Um quarto de todos os profissionais norte-americanos (24%) faz questão de não sair de férias em lugares onde o sinal de celular é fraco ou o acesso ao wi-fi pode atrapalhar sua conexão com o escritório.

Novamente, os millennials (74%) são os mais propensos a checar e-mails durante as férias, mas a taxa também é alta para a geração X (58%) e os baby boomers (63%). Para eles, o motivo mais comum é: facilita o trabalho ao retornar ao escritório (34%).

Apesar das pressões para ficar "online" e conectados ao escritório durante as férias, mais da metade dos americanos (54%) escolheria trabalhar ainda mais enquanto estivessem fora, se isso significasse que eles poderiam tirar mais férias ao longo do ano.

Os millennials (64%) são a faixa de público mais indicada a aceitar essa proposta. Os boomers, entretanto, eram mais propensos (54%) a preferir menos férias se isso significasse que poderiam ser desconectados do escritório.

Agente de Valor
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