{"status":200,"response":{"result":"RELATED_ARTICLES_RETRIEVED","data":[{"id":"5de54239cb79d13ff7ad389d","updated":"2019-12-13T14:38:30.140Z","created":"2019-12-02T16:56:25.734Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":null,"rejection_reason":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2019-11-11T14:52:08.000Z","likes_count":0,"bookmarks_count":0,"comments_count":0,"score":"2019-11-11T14:52:08.000Z","sharing_title":"Artigo: Você ainda gerencia viagens apenas analisando dados passados?","sharing_description":"O diretor-executivo da ALAGEV, Eduardo Murad, enviou um artigo para o Agente de Valor sobre o futuro das viagens corporativas.","sharing_image":null,"tag_ids":["5de5357bcb79d13ff7ad2eed","5de535becb79d13ff7ad2f4f","5de5361acb79d13ff7ad2fb2","5de53722cb79d13ff7ad3120"],"author_user_id":"5da4a97c74cfa056b0772342","moderator_user_id":null,"project_id":"5da89fa6e23b4b024b12950b","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":1,"tags":[{"id":"5de535becb79d13ff7ad2f4f","title":"corporativos","slug":"corporativos","project_id":"5da89fa6e23b4b024b12950b"},{"id":"5de5361acb79d13ff7ad2fb2","title":"Política","slug":"politica","project_id":"5da89fa6e23b4b024b12950b"},{"id":"5de53722cb79d13ff7ad3120","title":"alagev","slug":"alagev","project_id":"5da89fa6e23b4b024b12950b"},{"id":"5de5357bcb79d13ff7ad2eed","title":"turismo","slug":"turismo","project_id":"5da89fa6e23b4b024b12950b"}]},"content":{"title":"Artigo: Você ainda gerencia viagens apenas analisando dados passados?","slug":"artigo-voce-ainda-gerencia-viagens-apenas-analisando-dados-passados","cover_image":null,"headline":"O diretor-executivo da ALAGEV, Eduardo Murad, enviou um artigo para o Agente de Valor. Em suma, ele faz um pequeno reflexo sobre o futuro das viagens corporativas no Brasil.Abaixo confira","main_content":"

O diretor-executivo da ALAGEV, Eduardo Murad, enviou um artigo para o Agente de Valor. Em suma, ele faz um pequeno reflexo sobre o futuro das viagens corporativas no Brasil.

Abaixo confira o conteúdo na íntegra:

Apesar da evolução e aumento de escopo da gestão de viagens, muitas empresas ainda fazem o gerenciamento por meio do método tradicional: relatórios de gastos de viagens realizadas, ou seja, dados passados.

Antes de chegar ao ponto principal desse artigo, vamos falar das dificuldades atuais que os gestores de viagens enfrentam para fazerem uma gestão analítica de viagens: Múltiplas fontes de dados.

É verdade que a maioria dos gestores recorre aos relatórios da TMC (Agência de Viagens Corporativa), porém não exclusivamente. Ainda buscam dados em relatórios de cartão de crédito (quando tem), OBT (Online Booking Tools), ERP (Enterprise Resource Planning, ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial) e também dos seus principais parceiros de negócios (fornecedores). Utopia acreditar que, quando comparados, os dados serão iguais. Próximos?Talvez. Relatório da TMC e OBT utiliza dados de venda e data de emissão. Cartão de crédito trabalha com valores debitados e datas de cortes diferentes. ERPs, de quando o processo foi lançado no sistema. Fornecedores trabalham com relatórios de tickets voados ou check-out. E no check-out podem ter extras. Então, cuidado!

Leakage, que em inglês quer dizer vazamento, ou seja, compras feitas fora dos canais oficiais de compra da empresa. De acordo com o relatório da Phocuswright 2017, \"Inside the Mind of the Modern Road Warrior\", os viajantes que trabalham em empresas com programas de viagens gerenciadas responderam que seguem a política apenas 45% das vezes ao reservar hotéis, 47% ao reservar passagens aéreas e 49% para o meio de reserva oficial da empresa. Além da falta de informações gerenciais, fica difícil encontrar o viajante em caso de uma emergência (Duty of Care).

Portanto, baixa utilização de ferramentas de Expense Management, para ter a gestão dos custos totais das viagens. De acordo com a Pesquisa Anual de Viagens Corporativas da ALAGEV realizada em 2019, apenas 48% das empresas tem essa ferramenta implementada.

E ainda não falamos da gestão de mobilidade, gestão de riscos e da experiência do viajante. Sim, a parte analítica dessas vertentes. Os modais de transportes utilizados são os mais efetivos, práticos e econômicos? Alguém monitora as viagens a áreas de riscos ou mensura os incidentes em viagens? Faz um comparativo do número de viagens da população viajante com o número de sinistros do plano de saúde? Ouvem os viajantes? Os fornecedores selecionados oferecem os serviços compatíveis com as necessidades dos viajantes? Com essas perguntas acrescento ainda mais fontes de pesquisa de dados que escrevi no primeiro ponto acima.

Dito isso, fazer uma gestão de viagens é um trabalho estratégico e requer uma combinação de habilidades aliadas à tecnologia, que fornecerá os dados que serão transformados em informações para tomadas de decisões.

Porém, como falei no início, as decisões do gestor são baseadas em fatos passados, e poucas ações efetivas podem ser tomadas com resultados imediatos.

Por isso, provoco aqui o olhar da gestão de viagens para o futuro, para frente, e não somente para trás. O passado é importante para conhecermos padrões de comportamento, de preços e de compra.

A Inteligência Artificial (IA) já está sendo aplicada em gestão de viagens corporativas. As informações passadas servem para criar uma base de dados histórica, algoritmos para a IA entender os padrões e, a cada alimentação do sistema, conhecer cada vez mais esses comportamentos (Machine Learning). E, a partir daí, poder fazer análises preditivas, o futuro da gestão 360 de viagens corporativas.

A gestão do futuro poderá nos indicar os detratores da política de viagens antes da emissão, e a possibilidade de fazê-lo cumprir a política. Poderá informar ao RH que é a vigésima quinta viagem daquele funcionário no semestre, e que ele tem mais vinte e cinco no próximo, e, no mínimo pedir um check-up desse funcionário antecipando eventuais problemas de saúde (e aqui pensamos primeiramente no bem estar no colaborador, mas não sejamos ingênuos que é interessante para a empresa ter menos sinistros junto a operadora de planos de saúde e ter um saving nessa negociação também).

Leia também: 

Setor de eventos e viagens corporativas movimenta o turismo e demanda customização de serviços

Sabe aquele colaborador que comprou só o aéreo através do OBT ou TMC e tentou reservar o hotel através de outro meio? Conseguiremos questioná-lo antes da viagem e ter a rastreabilidade dessa reserva. Muitos viajantes indo para o mesmo aeroporto, para pegar o mesmo voo ou muito próximos um do outro? Dá para oferecer alternativas de carros compartilhados e economizar para a empresa. Viajante vai para dois destinos na mesma semana, em dias separados. Dá para perguntar e sugerir uma única viagem, multidestinos se for mais viável. O budget do departamento está quase estourando.

Dá para fazer uma previsão de gastos futuros e readequar as viagens, ou o próprio budget. Mas não será uma surpresa depois que a conta chegar! E se o sistema meteorológico identificar uma nevasca ou furacão em uma determinada cidade e o sistema já apontar os passageiros com reservas para esse destino, e os viajantes serem avisados? O mesmo para voos cancelados ou atrasados.

São inúmeras possibilidades! Tendo uma visão antecipada das viagens futuras será possível ter maior compliance da política de viagens, obter savings e, principalmente trabalhar uma melhor experiência de viagens, sem esquecer da segurança e bem estar dos viajantes.

Devo dizer, também, que já existem empresas fazendo isso sem necessariamente fazer o uso de IA. Por isso, empresas que tem os processos de viagens centralizados em uma área de viagens, ou seja, a área de viagens faz e controla as reservas dos funcionários, muito disso já é feito. Manualmente, mas é feito.

Então, não importa se é a área de viagens centralizada ou se é a IA. Se é Watson ou o José. A gestão tem que ser repensada e com um novo olhar: o futuro.

 

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O diretor-executivo da ALAGEV, Eduardo Murad, enviou um artigo para o Agente de Valor. Em suma, ele faz um pequeno reflexo sobre o futuro das viagens corporativas no Brasil.

Abaixo confira o conteúdo na íntegra:

Apesar da evolução e aumento de escopo da gestão de viagens, muitas empresas ainda fazem o gerenciamento por meio do método tradicional: relatórios de gastos de viagens realizadas, ou seja, dados passados.

Antes de chegar ao ponto principal desse artigo, vamos falar das dificuldades atuais que os gestores de viagens enfrentam para fazerem uma gestão analítica de viagens: Múltiplas fontes de dados.

É verdade que a maioria dos gestores recorre aos relatórios da TMC (Agência de Viagens Corporativa), porém não exclusivamente. Ainda buscam dados em relatórios de cartão de crédito (quando tem), OBT (Online Booking Tools), ERP (Enterprise Resource Planning, ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial) e também dos seus principais parceiros de negócios (fornecedores). Utopia acreditar que, quando comparados, os dados serão iguais. Próximos?Talvez. Relatório da TMC e OBT utiliza dados de venda e data de emissão. Cartão de crédito trabalha com valores debitados e datas de cortes diferentes. ERPs, de quando o processo foi lançado no sistema. Fornecedores trabalham com relatórios de tickets voados ou check-out. E no check-out podem ter extras. Então, cuidado!

Leakage, que em inglês quer dizer vazamento, ou seja, compras feitas fora dos canais oficiais de compra da empresa. De acordo com o relatório da Phocuswright 2017, \"Inside the Mind of the Modern Road Warrior\", os viajantes que trabalham em empresas com programas de viagens gerenciadas responderam que seguem a política apenas 45% das vezes ao reservar hotéis, 47% ao reservar passagens aéreas e 49% para o meio de reserva oficial da empresa. Além da falta de informações gerenciais, fica difícil encontrar o viajante em caso de uma emergência (Duty of Care).

Portanto, baixa utilização de ferramentas de Expense Management, para ter a gestão dos custos totais das viagens. De acordo com a Pesquisa Anual de Viagens Corporativas da ALAGEV realizada em 2019, apenas 48% das empresas tem essa ferramenta implementada.

E ainda não falamos da gestão de mobilidade, gestão de riscos e da experiência do viajante. Sim, a parte analítica dessas vertentes. Os modais de transportes utilizados são os mais efetivos, práticos e econômicos? Alguém monitora as viagens a áreas de riscos ou mensura os incidentes em viagens? Faz um comparativo do número de viagens da população viajante com o número de sinistros do plano de saúde? Ouvem os viajantes? Os fornecedores selecionados oferecem os serviços compatíveis com as necessidades dos viajantes? Com essas perguntas acrescento ainda mais fontes de pesquisa de dados que escrevi no primeiro ponto acima.

Dito isso, fazer uma gestão de viagens é um trabalho estratégico e requer uma combinação de habilidades aliadas à tecnologia, que fornecerá os dados que serão transformados em informações para tomadas de decisões.

Porém, como falei no início, as decisões do gestor são baseadas em fatos passados, e poucas ações efetivas podem ser tomadas com resultados imediatos.

Por isso, provoco aqui o olhar da gestão de viagens para o futuro, para frente, e não somente para trás. O passado é importante para conhecermos padrões de comportamento, de preços e de compra.

A Inteligência Artificial (IA) já está sendo aplicada em gestão de viagens corporativas. As informações passadas servem para criar uma base de dados histórica, algoritmos para a IA entender os padrões e, a cada alimentação do sistema, conhecer cada vez mais esses comportamentos (Machine Learning). E, a partir daí, poder fazer análises preditivas, o futuro da gestão 360 de viagens corporativas.

A gestão do futuro poderá nos indicar os detratores da política de viagens antes da emissão, e a possibilidade de fazê-lo cumprir a política. Poderá informar ao RH que é a vigésima quinta viagem daquele funcionário no semestre, e que ele tem mais vinte e cinco no próximo, e, no mínimo pedir um check-up desse funcionário antecipando eventuais problemas de saúde (e aqui pensamos primeiramente no bem estar no colaborador, mas não sejamos ingênuos que é interessante para a empresa ter menos sinistros junto a operadora de planos de saúde e ter um saving nessa negociação também).

Leia também: 

Setor de eventos e viagens corporativas movimenta o turismo e demanda customização de serviços

Sabe aquele colaborador que comprou só o aéreo através do OBT ou TMC e tentou reservar o hotel através de outro meio? Conseguiremos questioná-lo antes da viagem e ter a rastreabilidade dessa reserva. Muitos viajantes indo para o mesmo aeroporto, para pegar o mesmo voo ou muito próximos um do outro? Dá para oferecer alternativas de carros compartilhados e economizar para a empresa. Viajante vai para dois destinos na mesma semana, em dias separados. Dá para perguntar e sugerir uma única viagem, multidestinos se for mais viável. O budget do departamento está quase estourando.

Dá para fazer uma previsão de gastos futuros e readequar as viagens, ou o próprio budget. Mas não será uma surpresa depois que a conta chegar! E se o sistema meteorológico identificar uma nevasca ou furacão em uma determinada cidade e o sistema já apontar os passageiros com reservas para esse destino, e os viajantes serem avisados? O mesmo para voos cancelados ou atrasados.

São inúmeras possibilidades! Tendo uma visão antecipada das viagens futuras será possível ter maior compliance da política de viagens, obter savings e, principalmente trabalhar uma melhor experiência de viagens, sem esquecer da segurança e bem estar dos viajantes.

Devo dizer, também, que já existem empresas fazendo isso sem necessariamente fazer o uso de IA. Por isso, empresas que tem os processos de viagens centralizados em uma área de viagens, ou seja, a área de viagens faz e controla as reservas dos funcionários, muito disso já é feito. Manualmente, mas é feito.

Então, não importa se é a área de viagens centralizada ou se é a IA. Se é Watson ou o José. A gestão tem que ser repensada e com um novo olhar: o futuro.

 

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, em entrevista na manhã de hoje (28) confirmou a eliminação da tarifa de embarque internacional, após participar do Fórum de Líderes da Associação Latino-Americana de Transporte Aéreo (ALTA).

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Segundo o ministro, essa é uma das medidas regulatórias que o governo pretende mudar para tornar o mercado de aviação cada vez mais satisfatório.

\n

\"Nós estamos dando mais conectividades para os passageiros. Então, nós temos medidas interessantes que estão por vir que vão tornar o nosso mercado cada vez mais apto. Sendo assim, vou antecipar apenas uma: a eliminação do adicional de tarifa de embarque para o exterior. Os Us$ 18 que é pago nós vamos eliminar em breve\", anunciou.

\n

O Presidente Jair Bolsonaro confirmou a informação, por meio de sua conta pessoal no Twitter.

\n

\"O Ministro confirma fim da taxa adicional cobrada na tarifa de embarque internacional. Medida tem como objetivo incentivar o mercado aéreo brasileiro e baratear ainda mais as passagens internacionais. Taxa adicional foi criada em 1999 para reduzir dívida pública\", escreveu.

\n

Além disso, o presidente apontou que essa é uma das medidas que o governo cria para incentivar o setor de aviação civil. Assim, ampliando a entrada de novas empresas no setor. O objetivo é atrair também empresas internacionais na concorrência de voos domésticos.

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Leia também: Governo vai dobrar limite de compras em free shops de aeroportos

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Incentivo na aviação

\n

Outro ponto destacado pelo Ministro foi a ampliação de atendimento dos passageiros em aeroportos. De acordo com a autoridade até o final do governo atual, em 2022, 41 aeroportos deverão ser entregues a iniciativa privada.

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\"Hoje atendemos 120 localidades, são 120 milhões de passageiros. A nossa ideia é chegar a mais de 200 mil passageiros em 200 localidades do Brasil em 2025, com todos os investimentos que estão sendo realizados agora. Nós estamos transferido aeroportos para iniciativa privada, 41 até o final desse governo em 2022. Observe que nós vamos alcançar 62 aeroportos concedidos é uma marca muito expressiva\", apontou.

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Segundo o ministro, essa é uma das medidas regulatórias que o governo pretende mudar para tornar o mercado de aviação cada vez mais satisfatório.

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\"Nós estamos dando mais conectividades para os passageiros. Então, nós temos medidas interessantes que estão por vir que vão tornar o nosso mercado cada vez mais apto. Sendo assim, vou antecipar apenas uma: a eliminação do adicional de tarifa de embarque para o exterior. Os Us$ 18 que é pago nós vamos eliminar em breve\", anunciou.

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O Presidente Jair Bolsonaro confirmou a informação, por meio de sua conta pessoal no Twitter.

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\"O Ministro confirma fim da taxa adicional cobrada na tarifa de embarque internacional. Medida tem como objetivo incentivar o mercado aéreo brasileiro e baratear ainda mais as passagens internacionais. Taxa adicional foi criada em 1999 para reduzir dívida pública\", escreveu.

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Além disso, o presidente apontou que essa é uma das medidas que o governo cria para incentivar o setor de aviação civil. Assim, ampliando a entrada de novas empresas no setor. O objetivo é atrair também empresas internacionais na concorrência de voos domésticos.

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Leia também: Governo vai dobrar limite de compras em free shops de aeroportos

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Incentivo na aviação

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Outro ponto destacado pelo Ministro foi a ampliação de atendimento dos passageiros em aeroportos. De acordo com a autoridade até o final do governo atual, em 2022, 41 aeroportos deverão ser entregues a iniciativa privada.

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\"Hoje atendemos 120 localidades, são 120 milhões de passageiros. A nossa ideia é chegar a mais de 200 mil passageiros em 200 localidades do Brasil em 2025, com todos os investimentos que estão sendo realizados agora. Nós estamos transferido aeroportos para iniciativa privada, 41 até o final desse governo em 2022. Observe que nós vamos alcançar 62 aeroportos concedidos é uma marca muito expressiva\", apontou.

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O Instituto Brasileiro de Turismo compõe à comitiva que está em Pernambuco para avaliar pontos atingidos pelo óleo de origem desconhecida.

Ao lado do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o diretor de Gestão Interna e presidente substituto da Embratur, Carlos Alberto Gomes de Brito, está nesta sexta-feira (25) em Porto de Galinhas para visitar os principais pontos afetados pelo desastre ambiental. Segundo a Embratur, ele representa o presidente Gilson Machado Neto na visita técnica. Gilson está em missão na Ásia junto com o presidente Jair Bolsonaro, que monitora e acompanha a ação.

De acordo com Carlos Alberto, o governo federal está tomando todas providências para contenção de vazamento de óleo no Nordeste.

“O presidente Jair Bolsonaro está empenhado em investigar as causas e os responsáveis pelas manchas de óleo que atingiram o litoral do Nordeste. Juntamente com os órgãos responsáveis pela fiscalização, limpeza e investigação, há um trabalho honroso das populações locais. Portanto, esperamos que, com um trabalho integrado, iremos conter esse desastre e o turismo brasileiro não será prejudicado”, afirmou o presidente substituto da Embratur.

Desde o dia 2 de setembro, as autoridades tem realizado um trabalho de limpeza e investigação nas praias afetadas.

Sendo assim, o grupo de Acompanhamento e Avaliação é formado pela Marinha, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Defesa, Ministério da Justiça, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Agência Nacional do Petróleo (ANP), trabalha ininterruptamente para conter os danos ocasionados pelo derramamento de óleo no litoral da região.

O intuito do encontro é, também, de ouvir sobre os impactos causados e articular estratégias e ações que possam minimizar o ocorrido. O encontro acontece entre representantes do governo federal e do trade local.

Agenda com representantes do trade de Pernambuco

A equipe da Embratur recebeu nesta quarta-feira (23) representantes do trade de Ipojuca, município onde se encontra Porto de Galinhas, região que recebe a comitiva do governo federal hoje. O diretor Carlos Alberto Brito e o coordenador de Publicidade e Propaganda do Instituto, Silvio Nascimento, se reuniram com representantes do trade turístico da região e destacou o esforço do governo brasileiro para identificação, monitoramento e retirada do óleo das praias.

“Garantimos que o trabalho para a retirada do óleo das praias está sendo feito e fluindo muito bem. Desde o princípio, o governo federal está empenhado em acompanhar, monitorar, localizar e retirar as manchas de óleo do litoral nordestino. Para isso, tem-se utilizado sistemas de identificação por satélites nacionais e estrangeiros, além de embarcações, sobrevoos diários de helicópteros do Ibama, da Força Aérea, da Marinha, juntamente com aviões radar”, afirmou Carlos Alberto.

Nota do presidente

O presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, garante que o governo brasileiro está empenhado na investigação dessa tragédia que acomete o litoral nordestino. De acordo com ele, as forças armadas estão agindo diuturnamente para amenizar os efeitos do óleo derramado.

“Mais de 70% da população do Nordeste mora até 100km do litoral. Nossas praias são um dos nossos maiores patrimônios como nação vocacionada ao turismo ecológico. Temos a segunda maior barreira de corais do mundo nessa região. Não vamos relaxar na limpeza do litoral, especialmente nas áreas turísticas e de maior densidade da população. Quero agradecer a todos que voluntariamente estão empenhados nesse mutirão de limpeza, setores públicos e privados e a população em geral. Nosso Brasil é um só. Juntos superaremos esse desafio”, afirma.

O Agente de Valor tem acompanhado o desastre ambiental. Portanto, desde setembro temos atualizados os agentes sobre as principais notícias sobre o caso. No começo desta semana, as manchas de óleo atingiram as as praias do Morro de São Paulo, na Bahia. De acordo com relatório divulgado pela Prefeitura de Cairu, as manchas foram detectadas durante a madrugada da terça-feira (22), em diversas praias do Arquipélago.

No levamento o arquipélago de Cairu, composto por 26 ilhas, teve as praias de Cueira, na ilha de Boipeba e a praia Ponta do Quadro, na vila de Garapuá atingidas. Além disso, registrou manchas de óleo na primeira e segunda praia do Morro de São Paulo.

 

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O Instituto Brasileiro de Turismo compõe à comitiva que está em Pernambuco para avaliar pontos atingidos pelo óleo de origem desconhecida.

Ao lado do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o diretor de Gestão Interna e presidente substituto da Embratur, Carlos Alberto Gomes de Brito, está nesta sexta-feira (25) em Porto de Galinhas para visitar os principais pontos afetados pelo desastre ambiental. Segundo a Embratur, ele representa o presidente Gilson Machado Neto na visita técnica. Gilson está em missão na Ásia junto com o presidente Jair Bolsonaro, que monitora e acompanha a ação.

De acordo com Carlos Alberto, o governo federal está tomando todas providências para contenção de vazamento de óleo no Nordeste.

“O presidente Jair Bolsonaro está empenhado em investigar as causas e os responsáveis pelas manchas de óleo que atingiram o litoral do Nordeste. Juntamente com os órgãos responsáveis pela fiscalização, limpeza e investigação, há um trabalho honroso das populações locais. Portanto, esperamos que, com um trabalho integrado, iremos conter esse desastre e o turismo brasileiro não será prejudicado”, afirmou o presidente substituto da Embratur.

Desde o dia 2 de setembro, as autoridades tem realizado um trabalho de limpeza e investigação nas praias afetadas.

Sendo assim, o grupo de Acompanhamento e Avaliação é formado pela Marinha, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Defesa, Ministério da Justiça, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Agência Nacional do Petróleo (ANP), trabalha ininterruptamente para conter os danos ocasionados pelo derramamento de óleo no litoral da região.

O intuito do encontro é, também, de ouvir sobre os impactos causados e articular estratégias e ações que possam minimizar o ocorrido. O encontro acontece entre representantes do governo federal e do trade local.

Agenda com representantes do trade de Pernambuco

A equipe da Embratur recebeu nesta quarta-feira (23) representantes do trade de Ipojuca, município onde se encontra Porto de Galinhas, região que recebe a comitiva do governo federal hoje. O diretor Carlos Alberto Brito e o coordenador de Publicidade e Propaganda do Instituto, Silvio Nascimento, se reuniram com representantes do trade turístico da região e destacou o esforço do governo brasileiro para identificação, monitoramento e retirada do óleo das praias.

“Garantimos que o trabalho para a retirada do óleo das praias está sendo feito e fluindo muito bem. Desde o princípio, o governo federal está empenhado em acompanhar, monitorar, localizar e retirar as manchas de óleo do litoral nordestino. Para isso, tem-se utilizado sistemas de identificação por satélites nacionais e estrangeiros, além de embarcações, sobrevoos diários de helicópteros do Ibama, da Força Aérea, da Marinha, juntamente com aviões radar”, afirmou Carlos Alberto.

Nota do presidente

O presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, garante que o governo brasileiro está empenhado na investigação dessa tragédia que acomete o litoral nordestino. De acordo com ele, as forças armadas estão agindo diuturnamente para amenizar os efeitos do óleo derramado.

“Mais de 70% da população do Nordeste mora até 100km do litoral. Nossas praias são um dos nossos maiores patrimônios como nação vocacionada ao turismo ecológico. Temos a segunda maior barreira de corais do mundo nessa região. Não vamos relaxar na limpeza do litoral, especialmente nas áreas turísticas e de maior densidade da população. Quero agradecer a todos que voluntariamente estão empenhados nesse mutirão de limpeza, setores públicos e privados e a população em geral. Nosso Brasil é um só. Juntos superaremos esse desafio”, afirma.

O Agente de Valor tem acompanhado o desastre ambiental. Portanto, desde setembro temos atualizados os agentes sobre as principais notícias sobre o caso. No começo desta semana, as manchas de óleo atingiram as as praias do Morro de São Paulo, na Bahia. De acordo com relatório divulgado pela Prefeitura de Cairu, as manchas foram detectadas durante a madrugada da terça-feira (22), em diversas praias do Arquipélago.

No levamento o arquipélago de Cairu, composto por 26 ilhas, teve as praias de Cueira, na ilha de Boipeba e a praia Ponta do Quadro, na vila de Garapuá atingidas. Além disso, registrou manchas de óleo na primeira e segunda praia do Morro de São Paulo.

 

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